Breu. Estamos todos destinados à eterna incompreensão. Aceite. Ou continue aí se torturando ondefoiqueuerrei. Cada um de nós é uma caixa preta inapelavelmente sem chave pra abrir.
No sufras. Não há análise que destranque os mistérios que habitam nossos avessos. Pior. Há quem diga ainda que trazemos bagagens de outras vidas. Mas o inteiro não cabe em palavras.
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Cada um de nós é uma caixa preta inapelavelmente sem chave. |
Breu. Estamos todos destinados ao mal-entendido. Per omnia saecula saeculorum. E mesmo quando pensamos que o Outro captou, na verdade, ele apenas se rendeu. Acatou o escuro. Se resignou com os blanks eternamente por to fill.
E mesmo quando você se ilude achando que domina ainda que parte do que o alheio pensa, sente ou quer, vão. O avesso do Outro é inagarrável. Não-ser. Mero desejo que nunca vai se realizar. Entenda. Não é pra entender. Apenas breu. Muito prazer. Breu. (Graça Craidy)
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